
Em artigo publicado nesta semana, o coronel Márcio Barbosa defendeu que a segurança pública ocupe papel central no debate das eleições de 2026, mas alertou que o tema deve ser tratado com responsabilidade, baseado em resultados concretos e não apenas em discursos ou promessas de campanha.
Segundo ele, o avanço da criminalidade e das organizações criminosas exige políticas públicas sustentadas por planejamento, inteligência, integração entre as forças de segurança e investimentos permanentes. O coronel afirma que, em períodos eleitorais, é comum o surgimento de propostas simplistas para um problema complexo, reforçando que a população deve avaliar a experiência e o histórico de quem pretende conduzir essa área.
Márcio Barbosa atribui os avanços obtidos no Tocantins ao trabalho integrado das instituições de segurança, sob a liderança do governador Wanderlei Barbosa, destacando investimentos em tecnologia, armamentos, inteligência, concursos públicos e valorização dos profissionais.
No artigo, ele relembra operações consideradas estratégicas no combate ao crime organizado, como as operações Pequizeiro, Canguçu, Cidade Blindada e Entre Rios, que resultaram em prisões, apreensões de drogas, interceptação de aeronaves utilizadas pelo narcotráfico e prejuízos milionários às facções criminosas.
Entre os resultados destacados, o coronel cita a apreensão de aproximadamente quatro toneladas de cloridrato de cocaína entre 2024 e 2026, além da interceptação de oito aeronaves ligadas ao tráfico internacional, ações que, segundo ele, causaram prejuízo superior a R$ 240 milhões ao crime organizado.
Ao concluir, Márcio Barbosa afirma que o debate sobre segurança pública deve ser pautado por competência, experiência e resultados efetivos. "Na segurança pública, credibilidade se constrói com trabalho. E resultados sempre falarão mais alto do que discursos", conclui o artigo.
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